terça-feira, 24 de agosto de 2010

Uma estranha cegueira





Descobri muito tarde que, quando pensamos
demais, amamos de menos.
Talvez a burrice seja
pré-requisito.


11 comentários:

  1. Olá, moça, tudo bem?
    Será? Não acho que sou burra, mas agora fiquei em dúvida, afinal quando me apaixono sou tão intensa...
    Ah, sei lá... bom mesmo é se apaixonar enquanto a gente é jovem. Depois fica tudo bem mais complicado.
    Beijos.

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  2. *Entre o sonho e a realidade eu prefiro a realidade que me permita sonhar. http://jefhcardoso.blogspot.com

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  3. Olá Helena!

    Olhe, vou dizer-lhe o que penso.
    Quando nos interrogamos muito se amamos ou não, já serão dúvidas a mais, e se calhar o amor não existe mesmo.
    E quanto à outra forma de olhar o texto, por aqui há um ditado que reza assim: "quem casa não pensa, e quem pensa não casa...", e não digo mais.

    beijinhos.
    Vitor

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  4. Abaixo, outra canção que acredito ser interessante:

    "Eu sei
    Eu sei que não era pra eu ser assim
    que eu devia tomar as doses nas horas certas
    Eu sei que eu devia dormir boas noites de sono
    e que eu devia fumar menos
    escovar os dentes com pastas pra gengivas sensíveis
    e perambular menos na rua quando todo mundo já foi
    e não me jogar tanto quando alguém me abre os braços
    e beber menos
    e amar menos
    eu devia parar
    e pensar menos
    eu sei que eu devia pensar menos
    e falar menos
    eu sei que eu devia falar menos
    pra viver mais
    eu sei que eu devia viver menos
    mas eu não sei viver menos"

    MENOS, PORCAS BORBOLETAS

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  5. A precaução é a burrice dos sensatos.

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  6. Talvez amar seja ser burro da cabeça, mas inteligente do coração...

    Abraços....

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  7. Lua, na verdade, acho que realmente a paixão nos cega e deixamos de ver algumas coisas importantes... mas enfim, é bom enquanto dura.

    Jefh, gostaria de manter os pés no chão, pelo menos algumas vezes.

    Vitor, talvez sentir seja mais importante, mesmo. E, tem razão! Ah, se eu tivesse pensado mais .. ;)

    Herculano, linda canção. Gostei muito!

    Rafael, mas talvez a precaução nos faça sofrer menos...

    Rodrigo... =**

    Jeff, desconfio que de inteligente, meu coração nada tem.

    Beijão para todos.

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  8. Acho que ser burro não basta, Helena.
    O amor intenso - a paixão! - exige uma espécie de lobotomia radical!
    O lado bom - sempre há um lado bom - é que essa cirurgia é gratuita: já vem incluída no pacote amoroso. E mais: é reversível, podendo o paciente voltar ao seu estado normal (um pouco ou bastante estropiado, é verdade) assim que passa o efeito do anestesiante sentimento...

    Bjs

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  9. Tuca, acho vc que definiu muito melhor o que é necessário para amar. E se vc tem certeza da reversibilidade da situação, já é ponto positivo.

    Beijão!

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  10. nao poderia estar mais de acordo...
    eu também descobri tarde que os dois nao vao juntos.. é pena!! bjos

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Se você conseguiu chegar até aqui é porque teve paciência suficiente para agüentar minhas insanidades. Prometo agüentar as suas também... Vai! Me diz aí o que você pensa.