quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

Prudência

Nada seria suficientemente seguro. E agora eu não estou mais disposta a esperar. Não, meu bem. Não existem certezas e muito menos garantias. E sim: é provável que não dure para sempre de qualquer forma.

Quer saber? Deixa pra lá! 
Eu demorei mas aprendi que não se morre por amor.

10 comentários:

  1. Nunca se deixe morrer por amor, Helena. Até por que quem morre por amor de outros não tem amor próprio :)
    beijos, e um ótimo 2016!

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    1. Prometo que vou tentar, Eric!
      Mas, às vezes, é tão difícil... ;)

      Beijos, querido.

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  2. aloha aku ia oukou, i ka ike oukou hoʻolako i ka loa kiʻi, a me hopefully pono

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  3. Lindona,
    Tu escreves tão bem, mas tão bem que é uma pena que não posts com mais frequência.

    Um beijo doce!

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    1. Obrigada, querido.
      Eu é que sou sua fã! =)

      Beijo grande.

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  4. Helena.... teus textos revelam uma sensibilidade impressionante!!!
    E como diz meu amigo Jorge.... post com mais frequência...
    Me instalo aqui na tua janela, para apreciar a doce paisagem de teus poemas...

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    1. Olá, PDR!
      Sensibilidade ou falta de..? ;)
      Com certeza tentarei aparecer mais vezes e espero encontrá-lo por aqui.

      Beijão.


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  5. Mas HELENA,

    será que não se morre por amor mesmo?

    Charmoso seria.Ou não?

    Sei não.(rs)

    Bem mas, se você afirma quem sou eu para contrariar.(rs)

    Um abração carioca e obrigado pela passagem pelo HUMOR EM TEXTOS.

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    1. Olá, Paulo!
      Tem razão... alguém romântica o suficiente pode morrer. Mas não... eu não. ;)

      Beijos!

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  6. Este comentário foi removido pelo autor.

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Se você conseguiu chegar até aqui é porque teve paciência suficiente para agüentar minhas insanidades. Prometo agüentar as suas também... Vai! Me diz aí o que você pensa.